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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Showtec começa hoje com expectativa de atrair 15 mil pessoas

Com o tema "Produção de Alimentos com Consciência Ambiental", a edição 2012 da Showtec começa nesta quarta-feira (25) e termina no dia 27 de janeiro, em Maracaju. O evento contará com a presença de 115 empresas e apresentação de mais de 600 inovações tecnológicas para produtores rurais.

Com entrada gratuita, os organizadores da feira esperam atrair cerca de 15 mil visitantes, com uma programação que abrange palestras e giros tecnológicos sobre as principais tecnologias desenvolvidas nas áreas de soja; milho e sorgo; manejo e fertilidade do solo; integração lavoura-pecuária; máquinas, implementos agrícolas e veículos; cana-de-açúcar e agroenergia; agricultura de precisão, entre outras.

Por A Crítica

Anatel confirma redução de 10% para ligações entre fixo e celular

O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu homologar a resolução que reduz a taxa de interconexão entre telefones fixos e móveis, a chamada VC, segundo comunicado da agência na noite de terça-feira. As novas regras entrarão em vigor já em janeiro, e devem representar redução líquida de aproximadamente 10% sobre os valores pagos pelos usuários.

No fim de outubro o Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações aprovou o regulamento que estabelece novas regras de reajuste para a tarifa de chamada fixo-móvel. A nova regulamentação deve ter impacto financeiro e concorrencial para as principais companhias de telefonia móvel - TIM, Oi, Vivo e Claro - à medida que reduzirá a VUM (um componente da VC).

A Anatel aprovou o plano de reajustes até 2014, com a redução gradual das tarifas por minuto de fixo para móvel. Caso não fosse homologado, a agência estimativa que o custo por minuto seria de R$ 0,58 em 2012 (sem impostos) - valor que subiria para R$ 0,60 em 2013 e R$ 0,615 em 2014. Mas com a nova resolução a Anatel estima queda no preço, mesmo um reajuste anual de cerca de 2,5%.

Confira como devem ficar os valores com a nova regra
2011 - R$ 0,54
2012 - R$ 0,484
2013 - R$ 0,449
2014 - R$ 0,425

Por Terra

sábado, 21 de janeiro de 2012

Novo salário mínimo nacional de R$ 622 entra em vigor hoje

Você fica infeliz porque não entra em um jeans 38? Será que ser magro(o) é mesmo o mais importante da vida? Ou dá para ser feliz sem recorrer à dietas?

Entra em vigor a partir de hoje (1º) o reajuste do salário mínimo, que passa de R$ 545 para R$ 622, um aumento de R$ 77. O novo salário mínimo corresponderá a R$ 20,73 por dia e o valor pago pela hora de trabalho será de R$ 2,83.

De acordo com cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o aumento de 14,13% vai injetar R$ 47 bilhões na economia brasileira. Descontada a inflação estimada para 2011, o aumento real do salário mínimo deve ser de 9,2%.

Ainda segundo o Dieese, 48 milhões de pessoas têm sua renda vinculada ao valor do salário mínimo e, portanto, serão diretamente beneficiadas com o aumento. O governo também passará a arrecadar R$ 22,9 bilhões a mais devido ao aumento do consumo causado pelo reajuste.

O novo salário mínimo de R$ 622 terá impacto de R$ 23,9 bilhões nas contas públicas em 2012. De acordo com governo, a maior parte desse montante corresponde aos benefícios da Previdência Social no valor de um salário mínimo que serão responsáveis pelo aumento de R$ 15,3 bilhões nas despesas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O método de reajuste do salário mínimo foi definido por meio de medida provisória aprovada pelo Congresso. A lei que fixa a política de reajuste do salário mínimo estabelece que o valor será reajustado, até 2015, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

Também começa a valer hoje o reajuste de 14,12% no valor do benefício do seguro-desemprego. Com isso, o valor máximo pago ao trabalhador passa de R$ 1.010,34 para R$ 1.163,76. O percentual de reajuste está em resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador publicada no dia (30) no Diário Oficial da União.

O benefício é pago em, no máximo, cinco parcelas de forma contínua ou alternada. Quem, nos últimos três anos, trabalhou entre seis meses e 11 meses recebe três parcelas. Aqueles que trabalharam entre 12 meses e 23 meses recebem quatro parcelas e quem comprovar vínculo empregatício de, no mínimo, 24 meses, recebe cinco parcelas.

Tem direito ao seguro-desemprego o trabalhador dispensado sem justa causa, que tenha recebido salários consecutivos no período de seis meses anteriores à data de demissão e tenha sido empregado de pessoa jurídica por pelo menos seis meses nos últimos 36 meses.
O trabalhador tem do sétimo dia ao 120º dia após a data da demissão do emprego para requerer o benefício.

Por A Notícia MS

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Oi pode investir R$1,5 bi em leilão 4G

A operadora de telecomunicações Oi, da qual a Portugal Telecom detém 25%, deverá concorrer ao leilão de quarta geração móvel (4G) no Brasil, cuja licença poderá chegar a R$ 1,5 bilhão, segundo a Caixa Banco de Investimento.

O leilão da frequência do 4G - tecnologia que permite fornecer serviços de dados e vídeo com maior velocidade - está previsto para o primeiro semestre. "Usando como referência os valores do leilão de 3G, de 2007, os valores por licença poderão oscilar entre R$ 1,3 bilhão e R$ 1,5 bilhão", disse o analista Guido Varatojo dos Santos, do Caixa BI, em relatório desta sexta-feira.

No entanto, ele acrescentou que no leilão de 2007 havia apenas quatro licenças em disputa, contra as atuais cinco, "o que pode acabar reduzindo a pressão competitiva e levar a preços mais baixos", destacando também que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ainda não definiu o preço mínimo de cada licença".

"Considerando a posição de liquidez da Oi, de cerca de R$ 11,5 bilhões, e à sua dívida líquida de R$ 16 bilhões, a relação de dívida líquida e Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortizações e depreciações) fica em 1,7 vez nos nove meses de 2011. Assim, achamos que a empresa não terá qualquer dificuldade em realizar este investimento", escreveu o analista.

A Anatel divulgou na quinta-feira a sua proposta para o regulamento do leilão de 4G. A proposta vai ficar em consulta pública durante 30 dias. O leilão deverá englobar a faixa de frequências dos 450 megahertz (MHz) para zonas rurais e a faixa dos 2,5 gigahertz (GHz) para zonas urbanas.

"O leilão de espectro 4G não tem sido recebido de forma unânime no Brasil, com algumas empresas defendendo que é muito cedo para realizar esse investimento e que existe ainda muito trabalho para fazer no 3G", observou o analista do Banco BI.

Por Terra

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Copom reduz taxa básica de juros para 10,5% ao ano

Pela quarta vez seguida, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual. Por unanimidade, os juros básicos da economia passaram de 11% para 10,5% ao ano, sem viés – sem possibilidade de revisão da taxa até a próxima reunião, no início de março.

"O Copom entende que, ao tempestivamente, mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, um ajuste moderado do nível da taxa básica é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012", destacou o colegiado em comunicado.

No começo de 2011, o colegiado de diretores do BC tinha retomado o processo de aperto monetário como forma de combater o aumento da inflação. O Copom elevou a Selic por cinco reuniões seguidas até atingir o pico de 12,5% ao ano, em 20 de julho. No período, o aumento acumulado foi 1,75 ponto percentual.

A partir do segundo semestre do ano passado, no entanto, o comitê entendeu que era hora de afrouxar a política monetária, uma vez que a deterioração da economia externa – notadamente na Europa e nos Estados Unidos – contribuía para a redução de pressões inflacionárias no mercado interno. Mesmo contra críticos do mercado financeiro, e até de dentro do próprio BC, o Copom aprovou, por 5 a 2, a primeira redução no fim de agosto.

A diminuição da Selic está em linha com as expectativas do mercado. De acordo com o boletim Focus, levantamento com instituições financeiras divulgado toda semana pelo BC, a maioria dos analistas projetava corte de 0,5 ponto percentual. Pela pesquisa, o mercado prevê mais reduções nos próximos meses e projeta que os juros básicos encerrem 2012 em torno de 9,5% ao ano.

A redução da taxa Selic ajuda a estimular a atividade econômica, à medida que barateia o crédito e estimula o consumo. Os juros mais baixos também melhoram as contas do governo ao reduzirem os custos da dívida pública. A taxa menor afeta ainda o câmbio e estimula as exportações ao conter a entrada de dólares e diminuir a queda do valor da moeda norte-americana.

Por MS Notícias

sábado, 7 de janeiro de 2012

Consumidores já começam a lotar livrarias e papelarias em busca dos materiais escolares

Depois da grande movimentação de consumidores nas lojas de Campo Grande em busca dos presentes de Natal, a agitação agora já começa a ser registrada nas livrarias e papelarias da cidade. Na tarde desta sexta-feira (6), o Midiamax ouviu algumas pessoas que adquiriam os produtos essenciais para a educação dos filhos.

“Olha, acho que os preços se mantém mais ou menos na média do ano passado”, avaliou Mariazinha Félix, que trabalha como vendedora.

Ela aproveitou a folga de hoje para ir a uma papelaria da Rua Dom Aquino, centro de Campo Grande, comprar alguns materiais para as duas filhas, ambas de 13 anos. “Ainda bem que não precisam de muito material. É mais caderno, caneta, lápis, borracha e outras coisinhas apenas”.

Mas nem todo mundo está tranquilo assim em relação ao ‘tamanho da compra’. Em cima do balcão do mesmo estabelecimento estavam ‘5 cestas repletas de materiais’. “É tanta coisa! São para meus dois filhos, uma menina de 7 anos e um menino que tem quatro anos”, contou Tatiana Marim.

A empresária disse que no ano passado, a compra foi feita diretamente pela escola, então não pôde fazer um comparativo dos valores de 2011 e 2012. “Mas de qualquer forma, vou gastar bastante, hein. E olha que nem pesquisei muito não, me indicaram este local, então vim direto pra cá”.

Sorte da empresa, que estava muito cheia, pois segundo a vendedora e a própria cliente, a compra ficaria em torno de R$ 800.00. “O material coletivo compro do mais em conta, mas já o pessoal, como um estojo ou até uma mochila, aí tem que desembolsar um pouco mais, tem que ser personalizado pra eles”.

O gerente revela que a procura começou já em dezembro, pois muitos pais viajam no mês de janeiro e não querem deixar a compra dos materiais para a última hora. “O que mais encarece, na verdade, é o material personalizado. Um caderno, por exemplo, de 10 matérias custa entre R$ 4,99 e R$ 32.00. Uma marca conhecida, capa diferente, bonita... é isso que muito aluno gosta e vendemos bem, viu!”, contou o sub gerente da loja, Felipe Daniel Fernandes.

A mesma empresa estampa uma enorme faixa em frente ao estabelecimento, anunciando que parcela a compra dos materiais escolares em até 10 vezes, sem juros, no cartão de crédito, com parcelas de R$ 30.00 pelo menos.

Por Midiamax

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Após fila, consumidores enfrentam correria por descontos em liquidação



Loja Magazine Luiza anunciou descontos de até 70% nos produtos. Entre os itens mais procurados estavam televisão e jogo de panelas.


Dezenas de consumidores de Campo Grande enfrentaram uma verdadeira jornada na busca por descontos em liquidação do Magazine Luiza. A loja de departamentos anunciou queda de até 70% nos produtos.

Antes da abertura do estabelecimento, que ocorreu por volta das 6 horas desta sexta-feira (6), a fila estava grande. Da porta do estabelecimento na rua 14 de Julho, a fileira de consumidores dispostos para a ‘corrida’ dobrou a esquina com a Barão do Rio Branco e chegou até o meio do quarteirão.

Quem largou na primeira posição foi o operador de máquinas Weberson Ribeiro dos Santos, 32 anos, que garantiu a pole na quarta-feira (4), às 17h30. Na lista de compras, televisão, forno, cômoda, colchão e tapete. “Os produtos bons são poucos, sempre os primeiros pegam os mais caros. Meu foco é a TV”, afirmou o operador de máquinas.

Teve gente que viajou para fazer as compras. Caso da comerciante Márcia Cristina dos Santos Souza, 39 anos, que veio de Terenos com a filha e a irmã. Pela primeira vez na liquidação, garantiu lugar na fila às 14h30 de quinta-feira (5) e passou a noite tranquila.

“Fomos bem atendidos, teve água, café, pipoca e deram cadeiras para a gente sentar”, relatou Márcia. O objetivo da comerciante era comprar notebook, condicionador de ar e guarda-roupas.

Há quem deixou para a última hora e se surpreendeu com a longa fila. A diarista Maria Francisca de Moraes, 62 anos, foi de ônibus até o Centro com a filha. “Pensei que não tinha tanta gente, se soubesse tinha pousado aqui”, lamentou a diarista que tinha na lista de compras ventilador, ferro, panela de pressão e tanquinho de lavar roupas.

A liquidação não foi feita só dentro da loja. A vendedora de salgados Luciana Malta, de 29 anos, chegou às 3 horas para garantir um dinheiro a mais para o sustento dos cinco filhos. “Tem liquidação aqui também. O mais barato é o café, R$ 0,25”.

Na Barão do Rio Branco, havia outra fila de consumidores à espera da abertura de outra loja do Magazine Luiza. O aposentado José Martins de Almeida, 77 anos, garantiu o primeiro na fila às 5h20 de quinta-feira (5). “Só encontrei prédio, mais ninguém. Minha velhinha está esperando presente lá em casa”, contou o aposentado, que vai presentear a esposa com fogão, ferro, panela de pressão e liquidificador.






Largada - Depois da abertura das portas na loja da 14 de Julho, a correria foi grande na busca pelos melhores produtos e preços baixos.
O que se via no interior do estabelecimento era consumidores carregando itens de diversas formas: levando na cabeça, arrastando ou colocando em sacos plásticos.
O marceneiro Valmir Menezes, 47 anos, levou uma televisão LCD por R$ 790. “Comprei um ferro também, mas vou garantir mais umas coisas”.
A agricultora Ana Maria Ramos, 48 anos, fez uma pilha com aspirador de pó e líquido, liquidificador, batedeira e DVD portátil no meio do corredor. “Vou dar mais uma volta para pegar mais algumas coisinhas”.
Vários consumidores rodearam a banca de celulares. Caso do sesenhista Iaires Gonçalves de Oliveira, 49 anos, primeiro na fila de pagamento do aparelho. “O preço está ótimo”, afirmou Oliveira.
Para garantir que ninguém encostasse a mão nos produtos, a dona de casa Maria Francisca Souza, 47 anos, pregou uma etiqueta de ‘vendido’ no saco plástico com panela, batedeira, espremedor de frutas, ventilador e cafeteira. “Falta a televisão, o colchão e mais algumas coisas”.
O agente de bagagem Jeferson Mariano, 26 anos, comprou jogo de talheres, ventilador, batedeira e liquidificador. “Valeu a pena com certeza ter esperado na fila. Economizei R$ 300”, comemorou Mariano.
Segundo o gerente da loja, André Ricardo Biagioni, a expectativa é vender até às 14 horas o que se vende em dez dias. De acordo com o gerente, os itens mais procurados são: televisão, fogão, refrigerador, notebook, panela de pressão e ferro de passar roupa.




















Por Campo Grande News

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Agências bancárias fecham amanhã e só reabrem segunda-feira

As contas que vencem nesta sexta-feira (30) devem ser pagas antecipadamente ou no próprio dia pelos canais de autoatendimento ou em correspondentes bancários, recomenda a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). É que as as agências bancárias não irão funcionar amanhã.

Os bancos fecham para balaço, assim hoje é o último dia do ano de atendimento ao público nas agências, com o horário de funcionamento habitual.

Já as contas que vencem no sábado (31) e no domingo (1º) poderão ser pagas na segunda-feira (2), com exceção dos tributos.

Entre os canais de autoatendimento estão caixas eletrônicos, internet banking, mobile banking, e operações por telefone. Outra opção para pagar contas amanhã é ir aos correspondentes – tais como casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos comerciais credenciados.

Por Midiamax

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Preço do carro zero tem maior recuo do ano em novembro, segundo pesquisa

Os automóveis zero quilômetro ficaram 0,64% mais baratos em novembro. A queda, segundo pesquisa da Agência AutoInforme, realizada com base na cotação da Molicar, é a maior do ano. Em outubro foi registrada a maior alta do ano, de 0,74%.

Os veículos que tiveram recuos mais expressivos em novembro foram os das marcas Porsche, Audi e Lexus. Por outro lado, os carros das marcas Chery, Jaguar e Lifan ficaram mais caros, conforme aponta a pesquisa.

No acumulado do ano, a alta está em 0,33%.

IPI
De acordo com a AutoInforme/Molicar, tanto a alta de outubro como a queda de novembro acabaram estabilizando o aumento do preço no ano.

Para a Agência, esta distorção provavelmente ocorreu por causa da medida do governo de aumento de 30 pontos percentuais do IPI para carros importados, visto que o anúncio do aumento do imposto provocou uma corrida às concessionárias em outubro, elevando os preços; e o adiamento para 16 de dezembro da entrada em vigor da medida provocou um refluxo na procura.

Entre as grandes marcas, apenas a Ford apresentou a maior queda no período analisado, de 0,85%. Já os carros da Volks e Fiat tiveram diminuições de 0,53% e 0,47%, respectivamente.

No total, 23 marcas tiveram queda de preço no mês passado, 17 ficaram estáveis e 7 apresentaram aumento.





Por UOL

sábado, 7 de maio de 2011

Americanas, Submarino e Shoptime vão à Justiça contra pacto do ICMS

O grupo que controla a Americanas.com, Submarino e Shoptime , a B2W também anunciou que entrará na Justiça contra cobrança de ICMS por Estados,como Mato Grosso do Sul.

A empresa diz que questionará 18 Estados e o Distrito Federal,que assinaram pacto para redistribuição do imposto, que antes era pago apenas para o estado onde ficava acentral de distribuição de produtos.

A medida tenta barrar a decisão porque Rio de Janeiro e São Paulo, que não integram o pacto, continuam retendo o imposto e as empresas são tributadas duas vezes -nos Estados de origem e de destino da mercadoria.

As Justiças do Amapá e do Distrito Federal (onde a cobrança ainda não começou) já concederam liminar favorável à B2W. A assessoria de imprensa do grupo afirmou que a empresa não comenta processos em andamento.

Outras lojas do setor, como a Ricardo Electro, também decidiram entrar na Justiça assim que os Estados iniciem a cobrança.

O protocolo 21 foi assinado em abril e começou a valer no último domingo. Desde então, pelo menos quatro Estados (Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará e Rondônia) iniciaram as cobranças.

Acre, Alagoas e Sergipe ainda não estão retendo o imposto e não têm previsão de quando a medida entrará em vigor. A Secretaria da Fazenda do Acre afirmou, via assessoria, que o decreto foi assinado apenas para pressionar Rio e São Paulo e que não pretende iniciar a cobrança.

Nesta semana o Ponto Frio, uma das gigantes do comércio virtual, foi à Justiça pedindo a suspensão da medida, em vigor desde domingo, dia 1º de maio.

O mandado de segurança foi impetrado na segunda,feira, dia 2, primeiro dia útil após o início da medida. Na terça-feira, o desembargador João Batista da Costa Marques negou a liminar.

(informações da Folha On line).

Por Campo Grande News

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Médicos querem valor de R$ 80 para consulta nos planos de saúde

Aproximadamente 3 mil médicos em todo o Estado cruzam os braços para atendimentos eletivos aos pacientes de planos de saúde nesta quinta-feira. Eles exigem melhores salários e condições de trabalho, tanto na saúde pública quanto particular, e reivindicam, entre valores específicos para certos tipos de procedimentos, um mínimo de R$ 80 para as consultas.

Vestidos com jalecos e fitas pretas atadas nos braços, representantes de várias entidades médicas se reuniram hoje em coletiva com a imprensa. Estavam presentes os presidentes do CRM (Conselho Regional de Medicina) Juberty Antônio de Souza, Sindicato Médico Marco Antônio Leite, Associação Médica Eliana Patrícia Maldonado Filho, e o presidente da Câmara Municipal Paulo Siufi (PMDB).

“Não dá para falar da saúde sem falar de seus agentes, sem falar dos seus médicos”, disse Juberty. “Temos sido alvo de todas as criticas. Os médicos, de certa forma, têm sido condicionados e acusados das mazelas do serviço publico. Mas quem é mais explorado e mais desrespeitado acaba sendo o médico”.

De acordo com o presidente do CRM, somente as consultas não serão realizadas hoje. Ele garantiu que profissionais que atuam nas áreas de urgência e emergência trabalham normalmente.

A manifestação é feita nacionalmente. Os profissionais consideram um movimento histórico de união da classe médica.

Representantes de diversas entidades se reuniram na manhã desta quinta-feira no CRM-MS. (Foto: João Garrigó)

Particular - Um dos principais pontos de questionamento dos profissionais é com relação ao valor pago pelos planos de saúde, que tem sido motivo de fechamento de consultórios e desvinculação de vários profissionais, que passam a atender somente particularmente.

Segundo Marco Antônio, houve aumento de 140% em relação ao valor pago pelo usuário dos planos de saúde, enquanto o acréscimo dado para os médicos ficou em torno de 50%. “A cor que estamos usando é a cor que está a saúde pública e privada”, disse.

Ele explica que o valor pago por consulta varia de plano em plano, com mínimo de R$ 25 e máximo de R$ 45. É preconizado que o médico, como qualquer profissional, trabalhe um montante, segundo Marco, de 20 horas semanas, o que corresponde a 4 horas diárias sem contar os finais de semana.

Também é pré-determinado que cada consulta dure, no mínimo, 15 minutos, o que resulta em 4 pacientes atendidos por hora.

O Campo Grande News fez então as contas. Um médico que trabalha ganhando o menor valor possível atendendo a essa quantidade de pacientes, receberá, ao fim das 4 horas, um montante de R$ 400. No final dos cinco dias da semana terá R$ 2 mil. Tomando por base que um mês têm em média 4 semanas, resultaria em um salário de R$ 8 mil.

No entanto, o presidente da Associação Médica fala a respeito das despesas de um médico. Ele calcula que um médico que trabalha sozinho em um consultório e tem gastos com aluguel, secretária, equipamentos, materiais descartáveis, impostos, além de água, luz, telefone e internet, desembolsa de R$ 2,5 a R$ 3 mil mensalmente.

Uma especialização, segundo ele necessária para que o profissional se mantenha atualizado, custa em torno de R$ 2500.

O resultado: um médico que trabalha nestas condições recebe em torno de R$ 2,5 mil por mês.

Protesto - Pela manhã vários médicos se reuniram na praça do Rádio Clube em uma ação de protesto.

A partir das 13 horas será realizada uma audiência Pública no Plenário da Assembléia Legislativa do Estado. O objetivo é discutir com a população a condição crítica em que se encontra a medicina suplementar.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Ovos da Páscoa variam até 80%; pescado e bacalhau, 68,42%

Consumidores de Campo Grande devem ficar atentos para não gastar demais e sem necessidade na hora de comprar bombons e ovos de chocolate nesta Páscoa. Pesquisa do Procon, realizada em 10 estabelecimentos nos dias 28 e 29 do mês passado, constatou variação de até 80% nos preços dos produtos nos supermercados, atacadistas e lojas da Capital.

A maior diferença está nos preços do ovo de Páscoa Sonho de Valsa, número 20, da Lacta, que custa R$ 22,50 no Atacadão. No entanto, se comprar no impulso, o campo-grandense pode pagar até 80,40% mais pelo produto na Rede Econômica, onde é vendido a R$ 40,59. Com a economia, o consumidor pode adquirir um Serenata Balls 15, da Garoto, que custa R$ 15,59 no Makro. Mas o mesmo ovo de chocolate está 52,34% mais caro no Extra, onde é comercializado por R$ 23,75.

Os produtos com maior variação são da marca Lacta, conforme o levantamento divulgado ontem pela Superintendência Estadual de Orientação e Defesa do Consumidor.

Crianças: Os pais, tios e padrinhos devem ficar atentos ao comprar os ovos com brinquedos para os pequenos. Um mimo do Ben 10, número 20, da Lacta, por exemplo, tem variação de 70,14%, com o valor oscilando entre R$ 28,50, no Atacadão, e R$ 48,49, na Rede Econômica.

O presente para as meninas também pode ficar até 74,42% mais salgado se o pai não andar um pouco mais para pesquisar o preço. O ovo de chocolate da Hello Kitty, número 20, custa R$ 27,80 no Atacadão, mas também está disponível por R$ 48,49 nas gôndolas da Rede Econômica.

Até os brindes infantis mais em conta apresentam variação significativa. Este é o do mini caminhão da Montevergine, que apresenta diferença de 45,98% entre os R$ 7,09, praticado no Comper, e R$ 10,35, do Extra.

Bombons: O Procon ainda verificou os preços das caixas de bombons na Capital. A maior variação foi encontrada na caixa Especialidades da Nestlé, de 78,36%. O consumidor pode pagar R$ 4,99 pela unidade no Makro ou desembolsar quase o dobro, R$ 8,90, pelo mesmo produto no Extra.

A pesquisa constatou que os menores preços são praticados pelo Atacadão, com duas lojas na cidade, localizadas nas saídas de São Paulo e Cuiabá. Dos 93 itens avaliados, o estabelecimento tem 77 (82,7%) entre os mais baratos. O segundo lugar ficou com o Comper, com 11 unidades distribuídas em Campo Grande, que está com 50 (37,87%) dos 132 itens pesquisados com os menores valores.

Pescado e bacalhau: O cardápio da Quaresma pode ficar até 68,42% mais pesado no bolso se o consumidor não ter paciência e disposição para peregrinar entre os 13 estabelecimentos pesquisados pelo Procon. Esta foi a diferença encontrada pelo órgão nos preços do pescado e do bacalhau em Campo Grande nos dias 28 e 29 de março deste ano.

A maior diferença está na sardinha limpa. O quilo do produto custa R$ 4,75 no Atacadão, loja situada na Avenida Costa e Silva, na saída para São Paulo. O produto custa R$ 8, 68,42% mais caro na Peixaria MS, situada a quase sete quilômetros, na saída para Sidrolândia.

A diferença é menor em percentual (53,25%), mas expressiva em valores (R$ 9), quando se trata do bacalhau Saithe, que pode ser encontrado entre R$ 16,90, no Maxxi, e R$ 25,90, no Carrefour. Com a economia obtida em dois quilos do produto, o consumidor pode levar quatro quilos de sardinha limpa para a ceia da Sexta-Feira Santa.

Mais comum no Estado, o filé de pintado de rio apresenta variação de 42,45%, sendo R$ 20,99 na Peixaria Rio Sul e R$ 29,90, na Peixaria MS. O pacu de cativeiro eviscerado custa R$ 11,50 na Rio Sul, localizada no Bairro Monte Líbano. Se andar menos de três quilômetros, no Mercadão, o consumidor paga 29,21% menos pelo mesmo pescado, R$ 8,90.

O levantamento constatou que a Peixaria do Mercadão pratica os menores preços da cidade, com 5 dos 7 itens entre os mias baratos. O Atacadão fica em segundo, com três dos cinco itens com valores mais em conta.

Por Correio do Estado

quinta-feira, 31 de março de 2011

Gasolina fica mais cara nesta sexta em MS

A partir de desta sexta-feira (1º) os revendedores de combustíveis pagarão R$ 0,06 a mais pelo litro de gasolina nas distribuidoras.

O reajuste pode acabar sendo repassado aos consumidores.

O aumento, segundo as distribuidoras, é reflexo da alta nos preços do etanol anidro. A gasolina tem em sua composição 25% desse produto. A informação foi confirmada pelo Sinpetro (Sindicato Varejista de Combustíveis automotivos, lubrificantes e lojas de conveniência de MS).

É o quarto reajuste consecutivo nos últimos dois meses em Mato Grosso do Sul.
Por Midiamax

quinta-feira, 10 de março de 2011

Agricultores de MS podem perder metade da safra com as chuvas

De uma safra recorde de grãos para uma das piores safras dos últimos anos. Com chuvas incessantes, os 10 primeiros dias de março derrubaram as perspectivas dos produtores de Mato Grosso do Sul de recuperar as perdas arroladas nos últimos seis ciclos agrícolas. A Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) está fazendo levantamento, mas as estimativas apontam média de 50% de perdas na safra da soja. Em valores, os prejuízos podem chegar a R$ 1,5 bilhão.

Os municípios da região Norte do Estado foram os mais prejudicados, com perdas acima de 50% da área plantada. Boletim técnico emitido pela Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), escritórios de planejamento rural, Prefeitura Municipal e Sindicato Rural de São Gabriel d’Oeste indicam perdas de 60% da soja. “São três milhões de sacas perdidas”, contabiliza o presidente do Sindicato Rural do município, Julio Cesar Bortolini. E como se não bastasse os prejuízos com a soja, os produtores temem pelo plantio do milho safrinha, produzido na mesma área, cujo prazo de zoneamento estendido pelo Ministério da Agricultura (Mapa) vai até o próximo dia 20.

Nos municípios mais ao Sul do Estado, a estimativa é de comprometimento entre 40% e 50% da soja. “O estrago se dá não somente na quantidade, mas na qualidade da soja que poderá ser colhida. Temos um grão com cerca de 45% de umidade, quando o normal para a colheita fica entre 15% e 18%. A soja fica ardida e inicia o processo de germinação dentro da vagem, resultando em um produto de baixo valor comercial”, enfatiza o assessor técnico para a área da agricultura da Famasul, Lucas Galvan.

A recomendação da Federação é de que os produtores façam laudos técnicos para mensurar a perdas. Os danos já registrados comprometem os dados divulgados hoje pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) sobre a perspectiva de super safra. Para Mato Grosso do Sul, a estimativa era de uma colheita de 5,4 milhões de toneladas. “São dados que não se aplicam mais”, enfatiza Galvan. Pesquisa da Federação realizada entre os 20 principais municípios produtores de soja realizada no final de fevereiro apontou um índice de produtividade que chegava a 60 sacas por hectare em algumas áreas, bem acima da média nacional, que é de 48 sacas/hectare, segundo a Conab. Esses dados também vão ficar para registro do que era para ser uma safra recorde.

A busca por uma estimativa real das perdas é motivada pela necessidade de dados para buscar soluções que minimizem os prejuízos e embasar a decretação de situação de emergência nos municípios atingidos, o que possibilita aos produtores renegociar dívidas. O presidente da Famasul, Eduardo Riedel, se reunirá nos próximos dias com representantes de trades e instituições financeiras, buscando uma solução conjunta para amenizar as perdas e soluções para amparar os produtores. “O setor da agricultura funciona em cadeia. Em situação de perdas como essa, os danos atingem todos os elos do setor”, enfatiza Riedel.

Enersul pede reajuste médio de 19,35% na tarifa de energia

A Enersul apresentou hoje o índice pleiteado pela empresa para reajuste na conta de luz do consumidor sul-mato-grossense. A concessionária defende aumento médio de 19,35%, mas não detalha quanto seria o percentual para o consumidor residencial e quando para o comercial.

Esse seria o impacto para o comsumidor, já que neste ano, a Enersul deixa de descontar os valores do ressarcimento por cobrança irregular depois de revisão tarifária de 2003. O valor real, analisa a mepres, pode ser de rajuste de 14,09%.

A direção da concessionária lembra que três índices foram levados em consideração para chegar a esse percentual. O primeiro é de reajuste econômico, no percentual de 8.31% - que engloba custos com energia comprada, transporte e ampliação de sistema elétrico.

O segundo, de 5.77%, representa componentes financeiros, como subsídios ao consumidor de baixa renda. E o terceiro item, de 5.27%, é referente ao que a Enersul pagava em ressarcimentos, que agora volta a ser cobrado.

Edson Araújo, presidente do Concen (Conselho de Consumidores da Enersul), avalia o pedido como uma forma de compensar o que a empresa foi obrigada a devolver aos sul-mato-grossenses, depois de cobrar percentual maior que o devido durante 5 anos. Uma reunião do conselho será marcada para avaliar o índice apresentado agora. “O cenário é de quem estava devolvendo e agora quer compensação”, resume.

Célia Hirata, superintendente de tarifas da empresa, diz que o reajuste é para o “reposicionamento das perdas’.

Recorde - Dentre os pleitos apresentados pelas empresas no Brasil, o da Enersul é o mais alto até agora. Em São Paulo, a CPFL – Leste Paulista, pediu 17,96% e a CPFL – Santa Cruz, 14, 45%. A Energisa, quer 15,56% e a Empresa Luz e Força Santa maria reivindica 10,74%.

O índice de reajuste de cada empresa é calculado pela Superintendência de Regulação Econômica, a partir da planilha apresentada pelas concessionárias, que usa fórmula cheia de dados técnicos. Depois, tudo é submetido à aprovação da diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica, durante reunião pública.

A definição da Aneel sobre Mato Grosso do Sul será em reunião no dia 7 de abril, um dia antes da nova tarifa entrar em vigor.

Neste ano, a Aneel já autorizou o aumento de 10,57% (baixa tensão) e 11,80% (alta tensão) para a Ampla – concessionária do Rio de Janeiro. Da Ceripa, empresa que atende o interior de São Paulo, o reajuste já aprovado pela Atgência é de 13,8%.

Ano anterior - Neste ano, a empresa acaba com a devolução dos R$ 192 milhões que recebeu a mais dos consumidores durante cinco anos de cobrança abusiva a partir da revisão tarifária de 2003. No ano passado, o aumento médio concedido pela Aneel foi de 2,58%, por conta do ressarcimento, descontado na tarifa mensal de cada cliente.

Mesmo com mais de 77 milhões em ressarcimento nas contas dos consumidores, o reajuste foi de 1,25% para os consumidores de baixa tensão e de até 8,52%, para os 2.570 clientes de alta tensão, as indústrias.

Depois do anúncio do índice em 2010, a empresa já falava em aumento da tarifa em, no mínimo, 7,09% em 2011, menos da metade do solicitado agora.

Também em 2010, Minas Gerais, Mato Grosso e São Paulo, mesmo não tendo nada a devolver aos consumidores, as concessionárias reduziram as tarifas entre 0,77% e 5,69%.

A Cemat (Centrais Elétricas do Mato Grosso) teve decréscimo de 2,55%. A Cemig (Centrais Elétricas de Minas Gerais) reduziu em 0,77%, e a CPFL Paulista teve queda de 5,69% no valor.

A Enersul atende a mais 830 mil clientes em Mato Grosso do Sul.

Por Campo Grande News

sábado, 5 de março de 2011

Brasil deve passar Itália e se tornar 7ª maior economia

O Brasil provavelmente já se tornou a sétima maior economia do mundo. Segundo estimativa de Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, o Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 3,675 trilhões em 2010 corresponde a US$ 2,089 trilhões, tomando-se a cotação média do dólar no ano. Com esse valor, o PIB brasileiro ultrapassa o da Itália no ranking do Fundo Monetário Internacional (FMI), que é de US$ 2,037 trilhões.

Agostini diz que o ranking do PIB do FMI ainda tem uma estimativa para o crescimento em 2010 da Itália, e não o resultado efetivo do ano. Se a comparação for feita com a estimativa do PIB em 2010, que também é o que ainda consta do ranking, a Itália está na frente - o tamanho da economia brasileira seria de US$ 2,024 bilhões.

Segundo Agostini, o FMI só incluirá no seu ranking os resultados efetivos do crescimento do PIB dos diversos países em abril. "Só aí dá para dizer com 100% de certeza que o Brasil já é a sétima maior economia", diz. A estimativa do FMI de crescimento do PIB italiano em 2010 é de 1%, enquanto o resultado efetivo foi de 0,1%. É bem possível que o tamanho do PIB da Itália caia quando o resultado efetivo for incluído em abril. Mas pode haver mudanças também no câmbio médio utilizado para converter para dólares.

No caso brasileiro, apesar de a estimativa de alta do PIB do FMI para 2010 ser exatamente os 7,5%, o valor do PIB no ranking é menor do que o calculado por Agostini por causa do uso de uma taxa de câmbio diferente. Ele nota que, no fim de 2011, o Brasil deve estar na frente da Itália, já que as expectativas de crescimento brasileiro são maiores. Em termos cambiais, ele espera que tanto o euro quanto o real se valorizem ante o dólar. Pelas previsões de Agostini, o Brasil será a quinta maior economia do mundo em 2018, com PIB de US$ 3,3 trilhões, atrás de EUA, China, Japão e Alemanha. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Por Época

terça-feira, 1 de março de 2011

Saiba o que muda no IR 2011

A Secretaria da Receita Federal começa a receber a partir desta terça-feira (1º) a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2011 referente aos rendimentos recebidos em 2010.

Tire suas dúvidas:

Quem precisa declarar
Segundo a Receita Federal, estão obrigados a apresentar a declaração as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 22.487, 25 em 2010.

O contribuinte, no entanto, deve ficar atento: quem recebeu entre R$ 17.989,80 e R$ 22.487,25 no ano passado, pode ter direito à restituição neste ano. O primeiro lote de restituições será liberado no dia 15 de junho.

Sem papel
Em 2011, pela primeira vez, o Fisco não aceitará declarações em formulários. Deste modo, a declaração poderá ser enviada somente pela internet, com a utilização do programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet), ou via disquete ou pendrive (nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal).

Casais homossexuais
Outra novidade do IR 2011 é o reconhecimento de uniões estáveis de casais homossexuais. De acordo com a Receita Federal, o programa do IR não faz distinção a respeito do sexo dos dependentes.
Os contribuintes também podem fazer a retificação das declarações apresentadas dos últimos cinco anos.

Tira-dúvidas
Para auxiliar os contribuintes na declaração do IR, a Receita Federal informou que está sendo lançado também nesta terça-feira um portal específico, dentro da página do Fisco na internet, para tirar as dúvidas dos contribuintes, a exemplo do que já foi feito no ano passado.

O portal, que também traz os links para o download dos programas, permite que o contribuinte encontre com mais facilidade informações sobre as etapas do IR: declaração, pagamento, processamento e restituição.

Saída definitiva na mesma declaração

Sobre o programa do IR deste ano, a Receita Federal também anunciou novidades. Uma delas diz respeito à declaração de saída definitiva do país, que deve ser apresentada pelo contribuinte que saia do Brasil em caráter definitivo ou que passe à condição de não-residente no país, quando houver saído do território nacional em caráter temporário. Até o momento, essa era uma declaração em separado. Entretanto, a partir de 2011, estará junto com a declaração do IR.

Outra novidade, segundo Adir, refere-se aos "rendimentos recebidos acumuladamente" (RRA), ou seja, receitas de anos anteriores que foram recebidas em 2010. De acordo com ele, haverá fichas específicas para esses rendimentos, que tiveram sua regra de tributação alterada recentemente pelo Fisco, diminuindo o recolhimento de impostos pelos contribuintes.

Consulta rápida

A Receita Federal informou ainda que, ao fim da declaração de 2011, quando o contribuinte receber o cógido de envio do documento, ele poderá saber se há alguma pendência com o Fisco, mas somente relativas a anos anteriores a 2010. Em posse dessa informação, poderá entrar na página da Receita e regularizar sua situação fiscal.

Completo ou simplificado
A Receita Federal lembra que os contribuintes podem optar por dois modelos na entrega do documento: simplificado ou completo. A regra para fazer a declaração simplificada continua a mesma: desconto de 20% na renda tributável. Este desconto substitui todas as deduções legais da declaração completa. Em 2011, o limite do desconto é de R$ 13.317,09. Em 2010, o limite foi de R$ 12.743,63.

No caso da dedução por dependentes, possível apenas por meio da declaração completa, o valor subiu de até R$ 1.730,40 em 2010 para até R$ 1.808,28. Nas despesas com educação (ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, o que engloba graduação e pós-graduação), o limite individual de dedução passou de até R$ 2.708,94, em 2010, para até R$ 2.830,84 no próximo ano.

Para despesas médicas, as deduções continuam sem limite máximo. Podem ser deduzidos pagamentos a médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, hospitais, além de exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias.

Por Correio do Estado

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Senado mantém projeto do governo e mínimo de R$ 545 é aprovado

O Senado aprovou nesta quarta-feira o salário mínimo de R$ 545. Com maioria folgada dos governistas na Casa, os senadores mantiveram integralmente o texto encaminhado pelo Executivo ao Congresso --e conseguiram derrubar emendas que aumentavam o seu valor.

O texto segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.

A base de apoio da presidente também manteve o artigo que permite o reajuste do salário mínimo, por decreto presidencial, nos próximos quatro anos.

Apesar da pressão contrária da oposição, que acusa o governo de retirar o Congresso da discussão com o reajuste via decreto, o mecanismo foi mantido no texto.

Os governistas conseguiram derrubar emenda que aumentava o valor do mínimo para R$ 560 por 54 votos contra 19, além de quatro abstenções.

A votação mais apertada foi a emenda do decreto presidencial, na qual 20 senadores apoiaram a mudança no texto.

Os governistas, porém, reuniram 54 votos favoráveis. Eram necessários 41 votos para derrubar as emendas.

Cinco senadores do PMDB votaram contra o governo ou abstiveram-se da votação. Jarbas Vasconcellos (PMDB-PE) votou a favor de duas emendas que aumentavam o valor do mínimo para R$ 600 e R$ 560.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) apoiou o mínimo de R$ 560, enquanto Pedro Simon (PMDB-RS), Casildo Maldaner (SC) e Luiz Henrique da Silveira (SC) se abstiveram nas duas emendas.

Ainda entre os aliados, Ana Amélia Lemos (PP-RS) votou a favor das emendas de R$ 600 e R$ 560, enquanto o senador Pedro Taques (PDT-MT) apoiou o valor de R$ 560 --em declaradas dissidências ao projeto do governo.

Na oposição, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) se absteve na votação das emendas que elevavam o valor do mínimo --o que na prática representa que a democrata apoiou o valor de R$ 545 proposto pelo governo federal.

O senador Paulo Paim (PT-RS) votou com o governo. Dilma conseguiu convencer pessoalmente o petista a apoiar o reajuste de R$ 545. O senador havia declarado voto nos R$ 560, mas foi chamado pela presidente esta manhã para discutir a dissidência.

Ela temia desgastes no Senado se não houvesse unanimidade em seu próprio partido na sua primeira votação de peso na Casa.

Paim disse que atendeu à presidente depois que Dilma comprometeu a discutir duas de suas principais bandeiras: o fator previdenciário e o reajuste dos aposentados que ganham acima de um salário mínimo.

SANÇÃO

A aprovação do projeto representa a primeira vitória de Dilma no Senado desde que assumiu o governo. A presidente deve sancionar o projeto até a semana que vem, para que o salário mínimo de R$ 545 passe a vigorar a partir do dia 1º. de março. O texto foi aprovado pela Câmara na semana passada.

A votação ocorreu sob protestos de sindicalistas, que encheram as galerias do Senado para defender o salário mínimo de R$ 560. Alguns chegaram a usar máscaras com a figura de Dilma, num protesto contra o valor encaminhado pelo Executivo ao Congresso.

Diversos petistas foram vaiados enquanto discursaram em favor do projeto do governo.

A oposição também fez discursos calorosos contra o texto. Em um dos debates, o senador Itamar Franco (PPS-MG) trocou farpas com o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

Itamar disse que uma família brasileira não tem condições de viver com o valor sugerido pelo governo.

E relembrou o ex-presidente João Figueiredo. "Uma vez perguntaram para um presidente o que faria com um salário mínimo, sabe o que respondeu?", questionou a Jucá. O peemedebista respondeu: "que daria um tiro na cabeça".

Por Folha

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Governo Federal suspende pagamento de bolsa família

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome cancelou neste mês 273.263 pagamentos do Bolsa Família por falta de atualização de dados dos beneficiários.

Quem recebe o auxílio deve confirmar ou alterar suas informações pessoais a cada dois anos, como determina o decreto nº 6.135, de 2007, para controle do governo federal.

O recadastramento, que chegou ao fim no dia 31 de dezembro, atingiu 77% das 1,1 milhão de famílias convocadas. O número de benefícios suspensos corresponde praticamente à metade do registrado no recadastramento anterior, relativo ao final de 2009.

Em fevereiro do ano passado, foram cerca de 550 mil benefícios cancelados. Conforme o ministério, à época, 3,4 milhões de famílias precisaram renovar informações como endereço, renda e número de pessoas.

Os beneficiários recebem o aviso de recadastramento no Bolsa Família em seus extratos de pagamento.

Por R7

Oposição tenta elevar o valor do mínimo para R$ 600

Apesar dos esforços empreendidos pelos partidos de oposição na Câmara Federal, o governo venceu a queda de braço em relação ao valor do salário mínimo. A maioria dos parlamentares concluiu que R$ 545 está de bom tamanho. O PSDB, partido da senadora sul-mato-grossense, Marisa Serrano, que amanhã (23) participa do programa Bom Dia Mega Notícias – Mega 94 FM, continua pressionando pela aprovação de R$ 600. A participação da senadora está confirmada para as 7h45min.

Votações

Todos se preparam para o grande embate previsto nesta quarta-feira (23): a votação do projeto na manhã pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e à tarde pelo Plenário do Senado.

No Plenário, devem ser feitas três votações nominais: as das emendas que fixam o mínimo em R$ 560 e em R$ 600 e a da emenda que acaba com a possibilidade de fixar por decreto os valores vigentes entre os anos de 2012 e 2015. Se a emenda de Paim for apresentada, pode ser realizada uma quarta votação nominal.

Por Correio do Estado

 
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